Entrevista com a professora Dra. Pollyanna Pereira Santos

 

A professora Pollyanna possui graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC 2003), Mestrado em Zoologia pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC 2008) e Doutorado em Entomologia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV 2014). Possui pós-doutorado também pela Universidade Federal de Viçosa (UFV 2015). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), atuando na área de Biodiversidade de formigas, e caracterização proteica e atividade biológica do veneno de formigas.

por: Tiago Rodrigues e Jose Horlando

Em que momento e como se deu sua escolha profissional?

Eu sou de uma época em que conseguir uma vaga nas universidades era difícil. A minha decisão por ingressar em curso de nível superior aconteceu muito cedo, eu tinha por uns 14 a 15. Quando eu tinha essa idade, eu participei de um projeto desenvolvido por universitários em minha cidade. Não sei se vocês conhecem, mas antigamente, tinha um projeto de algumas Universidades chamado “Universidade Solidária”, onde universitários de diversos cursos se deslocavam por diversas cidades do interior, principalmente nas cidades em que o índice de IDH era muito baixo (que era o caso da cidade que eu nasci na Bahia). Durante o período de férias esse pessoal foi para minha cidade. A equipe era bem diversa, tinha enfermeiros, médicos, biólogos, físicos e eles foram para minha cidade ensinar coisas básicas, como noções de higiene, de cuidados com o corpo, etc. Achei esse projeto muito legal, nessa época, década de 90, possuir graduação, não era comum. Ser universitário era difícil, e normalmente restrito as pessoas que tinham um poder aquisitivo maior. Depois disso eu coloquei na cabeça “que queria porque queria” fazer graduação e me dediquei para isso a partir de então.
Minha mãe, ela queria muito, mais muito que eu fosse enfermeira e ela ficava no meu ouvido o tempo todo, “faz enfermagem, faz enfermagem, porque dá dinheiro”. Eu queria muito fazer física, eu acho que foi um reflexo de um dos participantes do Programa Universidade Solidária. Não lembro o nome do participante, mas ele se destacava e a partir daí eu queria fazer física (porque eu achava que eu ia fazer isso também). Durante o período de preparação eu comecei a estudar muito física, me vi com uma vontade de trabalhar com física nuclear, e comecei a estudar. Seguindo os conselhos de minha mãe, tentei vestibular para enfermagem pela primeira vez e não consegui, tentei a segunda e não também não consegui. Resolvi tentar para Biologia com a ideia de entrar pra Biologia e depois transferir para enfermagem que era o que a minha mãe queria. Na época tinha a possibilidade de entrar num curso e depois transferir pra outro. Fiz vestibular pra Biologia, passei e logo no primeiro ano de graduação comecei a me envolver com projeto de pesquisa, com o centro acadêmico, e a me envolver com as possibilidades que a Universidade estava me oferecendo. Foi então, que eu falei para minha mãe: não dá. A
Biologia já havia me conquistado. Em poucos anos estava me formando, Licenciada em Ciências Biológicas.
Eu fiz minha graduação na Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus na Bahia. Pra começar, antigamente a oferta de vagas em Universidades era pouca, e a gente tinha que adequar o curso que a gente escolhia à nossa realidade. As universidades que eu tinha próxima, era a estadual da Bahia, a UNEB e a Estadual de Santa Cruz (UESB) que se localizavam próximas a minha cidade. Eu precisaria me adequar. Na época prestei vestibular pra UNEB, cheguei a passar pra Pedagogia também, mas optei por Biologia. Universidade Federal tinha. Entretanto na época, federal só em Salvador e a minha cidade fica 340 km de distância da capital. Atualmente os alunos podem contar com diversos tipos de bolsas, como bolsa permanência, bolsa moradia, e tantas outras. Na minha época a gente não tinha nada disso, então a gente se virava como podia, passava aperto e passava aperto de verdade. Então eu não tive muitas escolhas, felizmente a UESC estava próxima. Ela uma Universidade muito boa, e linda!

 

Você acredita que fez uma boa escolha?

Não tenho dúvidas nenhuma. No início, de vez enquanto vinha aquelas indagações e me deparava me questionando: e se eu tivesse feito Física?… mas isso foi há muito tempo atrás, hoje eu digo assim, sem pestanejar: É impossível eu ter feito uma escolha melhor. Eu gosto do ambiente de Biologia, de estar no laboratório, gosto de tudo que cerca a Biologia como um todo, mas eu também sou fascinada pela sala de aula. Ser professora, é muito trabalhoso, você prepara a aula, corrige provas, tem reunião, caderneta, isso tudo é muito trabalhoso, mas estar na sala de aula com o aluno, falando, explicando, isso para mim não é trabalho, é descanso. Dou aula por prazer, porque eu gosto, e muito. Vários problemas cercam a docência, mas estar na sala de aula, é muito bom e eu gosto muito, e com certeza eu não fiz a escolha errada.

 

Além da licenciatura, a senhora possui alguma outra formação?

Então, eu sou licenciada, fiz Licenciatura em Ciências Biológicas. Tem coisas que aparecem na vida da gente, e a gente nem entende direito o porquê. Mas quando eu me escrevi no vestibular, tinha duas opções Licenciatura em Ciências Biológicas e Bacharelado em Ciências Biológicas, na verdade a gente entra meio de paraquedas na graduação. Eu não sabia a diferença entre licenciatura e bacharelado. Então, me inscrevi para o curso em que a concorrência era menor e quando estivesse lá dentro ia descobrir. Depois que ingressei na da graduação, foi que eu descobri que o licenciado era preparado para docência. Eu gostei desde o início.
Durante a graduação, desde o segundo semestre eu trabalhei em projetos de pesquisa. Eu tinha uma orientadora que era uma mãe, chamava de mãe mesmo. (risos). Ela desde sempre me deu muito apoio. Fui bolsista do CNPq durante toda a graduação em projetos coordenado por ela. Fizemos alguns trabalhos de consultoria em equipe. Era de onde saia
a grana para todas as minhas despesas e conseguir arcar com os estudos. Quando terminei a graduação eu fiquei por mais um semestre na Universidade participando de projetos de extensão como Universidade para todos, dando aulas de Biologia em cursinhos comunitários. Depois disso retornei para minha cidade de origem, onde consegui um emprego na secretaria de educação de minha cidade, pra trabalhar com prestação de contas de projetos da área de Educação, não precisou muito tempo pra eu descobrir que não havia nascido pra aquilo. Fiquei só um ano. Antes de entrar na graduação eu era telefonista em uma rede da OI (empresa de telefonia da Bahia na época). Também trabalhei em uma loja no shopping da cidade vizinha a que eu morava.
Eu tenho vontade de cursar Filosofia, mas isso é para quando eu estiver me aposentando, se eu me aposentar, vamos ficar de olho na reforma da previdência (risos).

 

Como foi sua experiência com a Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) e de que forma essa qualificação veio somar na sua formação?

A minha graduação e o mestrado eu fiz na mesma instituição, foi uma instituição estadual, eu cresci muito, foi muito importante, tive a oportunidade de desenvolver o meu trabalho na CEPLAC (Centro de Pesquisas do Cacau) com um profissional supercompetente, sem dúvida muito proveitoso. O doutorado, eu fiz na UFV Universidade Federal de Viçosa, uma das universidades federais mais tradicionais que existe no Brasil. Eu fiz meu doutorado em Entomologia um dos melhores cursos de Entomologia da América Latina. A estrutura da universidade é gigantesca, é uma universidade muito bem estruturada. A gente tem o mundo dentro da universidade. Havia momentos em que me sentia uma estrangeira, mesmo estando dentro do Brasil. Fiz algumas disciplinas no doutorado que tinha o mundo dentro da sala de aula, eu tinha colegas de diversos países África, Paraguai, Equador, Colômbia, entre tantos outros lugares do mundo. Conviver com tantas pessoas diferentes faz a gente crescer muito. A gente cresce como pessoa, como profissional, e isso foi muito bom.
No mestrado eu trabalhei com biodiversidade de invertebrados, com foco especial em biodiversidade de formigas em ambientes de Cabruca. No doutorado, eu trabalhei numa área completamente diferente. Foi tudo muito novo, comecei do zero, e no final estava apaixonada por Biologia molecular. Infelizmente quando eu comecei a me descobrir de verdade com a área, eu tive que parar um pouquinho, dar um tempo. O doutorado é sofrido, a gente sofre, chora, dá vontade de arrumar as malas e falar: mãe eu vou voltar. Mas tem hora que a gente respira, e volta ao trabalho novamente, e no final a gente descobre que tudo dá certo. “Aos trancos e barrancos, se não deixar a peteca cair, dá certo, sim”

 

Nessa época a senhora já possuía uma estrutura financeira mais estável?

Então, minha mãe é costureira e meu pai técnico em eletrônica. Eu tinha uma ressalva para continuar meus estudos, eu só poderia ir para um curso que eu tivesse bolsa de
estudos, isso no mestrado e doutorado. Quando eu fui trabalhar na secretaria de educação, a minha meta era: eu vou trabalhar e economizar dinheiro porque eu preciso de uma grana extra para o início do mestrado, por um curto período até que eu consiga uma bolsa estudos, e foi isso o que eu fiz, trabalhei e guardava tudo, não tirava nada do dinheiro, ia tudo pra poupança (risos). No doutorado foi a mesma coisa, a minha opção era ir pra uma universidade em que eu tivesse uma bolsa para poder me manter. No mestrado eu tive bolsa da FAPESB (instituição de fomento do Estado da Bahia) e no doutorado eu tive bolsa do CNPQ. Os valores não são tão ruins não. Dá pra a gente se virar. Vale lembrar que fiz a pós em cidades do interior, onde o custo de vida é menor. Dá sim pra viver tranquilamente. Não digo os colegas que moram em capital sendo bolsistas, esses aí já sofrem um tanto quanto mais (risos).

 

De que forma isso contribuiu na sua experiência?

Tanto o mestrado como o doutorado fez todo um diferencial em minha vida. O meu mestrado foi supertranquilo, porque eu estava dentro de um ambiente e de uma área de trabalho que eu já vinha desde a graduação. A graduação me preparou muito bem para o mestrado. Mas o doutorado em especial, me transformou em uma pessoa profissionalmente bem diferente do que eu era. Eu sou uma pessoa antes e outra depois do doutorado. Eu mudei muito. No doutorado eu me vi daquele jeito… Oh minha filha, levanta, se vira, senão o negócio não anda. O doutorado me deu muita iniciativa, E isso em sala de aula, ajuda demais.

 

A senhora já saiu da graduação com o objetivo de mestrado ou tentou fazer concurso?

Antigamente o resultado do vestibular saia no jornal e era emocionante a gente está numa banca de revista e ver o nome da gente no jornal (tenho guardado o meu até hoje). Eu peguei o resultado, fiz a matrícula e no primeiro dia de aula eu falei assim: eu vou dar aula aqui. Desde o início eu já sabia que eu queria ser professora universitária, nunca tive dúvida disso. Talvez eu não seja a professora ideal, na verdade estou muito longe disso, eu tenho muito a aprender ainda, mas se perguntar, entre ser professora e outra coisa. Eu não sei fazer outra coisa. Sabe aquela coisa que você tem tanta certeza do que quer, que você não sabe fazer outra coisa, então eu tenho meio que isso na cabeça, só sei dar aula.
Eu já fiz vários concursos, eu era professora do estado da Bahia, no início do mestrado eu fiz um concurso e consegui ser aprovada. Eu fiquei de 2007 a 2010 como professora do estado da Bahia. Nos intervalos entre a graduação e o pós-doutorado, eu fui monitora de um curso de educação à distância, na área de Biologia. Durante essa época foi muito puxado. De Domingo a sábado eu precisa dar aula em Itagibá (professora do estado), assistir as aulas do mestrado em Ilhéus, e no fim de semana, ia para Porto Seguro para a monitoria da EAD. Fiz alguns concursos em outras universidades e em Institutos Federais de ensino, e quando sair logo da graduação fiz alguns concursos na área de Biologia para o IBAMA, MMA, FIOCRUZ, PETROBRAS, etc.

 

Qual sua linha de pesquisa atualmente?

Atualmente eu estou trabalhando com a mesma linha de pesquisa do meu mestrado. No mestrado eu trabalhei com biodiversidade de invertebrados, na graduação também. Durante a graduação eu trabalhei num projeto de fauna de bromélias. Passava horas triando a fauna que vive associada a bromélias. E no meio dessa fauna tinha os cupins, que era um bicho que eu olhava e falava: nossa que bicho bonitinho (beleza é relativo, né?). Eu comecei a me identificar muito com o cupim aí eu comecei a utilizar minhas férias na graduação para ir à Paraíba, para o laboratório do professor Ademar Bandeira, na época, ele era a principal referencia de cupim, aí eu passava férias com ele e quando as aulas começavam eu retornava, no mestrado eu queria muito trabalhar com cupins, só que eu fiz a seleção do mestrado da Paraíba e não passei. Então, eu tentei a seleção em Ilhéus e consegui passar. O orientador mais próximo do que eu queria era o professor Jacques Delabie. Só que ele trabalha com formigas e ele me sugeriu trabalhar com associação formigas/cupins. Então comecei a trabalhar com ecologia de comunidades de formigas e cupins no mestrado. No doutorado, eu tentei a seleção do doutorado com um projeto na área de biologia molecular de diferentes glândulas de defesa de cupins, fui selecionada, só que mais uma vez o meu orientador me disse: eu nunca trabalhei com cupins, talvez o que a gente poderia chegar mais próximo (já que você já trabalhou também) a gente pode ir para as formigas e eu continuei e a partir de então eu sou das formigas, tive a oportunidade de conviver com as principais referencias em formigas do pais que é o professor Jacques Delabie. A gente mantém uma cooperação de trabalho até hoje. Todo trabalho que a gente desenvolve aqui no laboratório, eu levo o material para ele fazer identificação. Ele é taxonomista de formigas.
No doutorado eu trabalhei com biologia molecular, eu trabalhava com proteômica de veneno de formigas. Biologia molecular é uma área sofrida, mas é uma muito legal. E eu tenho vontade, ou melhor, eu vou trabalhar biologia molecular aqui dentro do campus, ainda.

 

Pretende fazer um pós-doutorado em cupim?

Eu tenho dois anos de pós-doutorado na biologia celular, fiz com proteômica de venenos de formigas. Eu pretendo, daqui alguns anos, fazer um outro pós-doutorado para atualizar meus conhecimentos, por mais que a gente leia, acaba ficando defasado. Então, em breve eu já estarei precisando de um pós-doc de novo.

 

Como se deu a sua vinda para o CAMPUS de Bacabal?

Então, tem uma fase da vida da gente que a gente é concurseira. A UFMA abriu concurso para Chapadinha, aí eu fiz o concurso e fiquei na terceira colocação. Surgiu uma vaga aqui pro campus, o professor Elídio entrou em contato, perguntou se eu tinha interesse de vim para cá, eu falei que tinha. Foi a primeira vez que ouvi o nome Bacabal na vida.
Conheci a cidade no dia que tomei posse. Vocês vão aprender ainda que chega uma fase da sua vida da gente que a gente é do mundo.

 

Você tem algum projeto de pesquisa no CAMPUS?

Aqui no CAMPUS eu tenho projeto de biodiversidade de formigas em fragmentos de matas de cocais aqui do estado. Tenho alguns subprojetos dentro desse projeto. Os meus primeiros orientandos, minhas primogênitas, Joana Monteiro e Walquiana Rocha, elas trabalharam nesse projeto, desenvolveram o TCC dentro dele. Tem também a Francilene, que é bolsista foco acadêmico que também trabalha dentro desse projeto. O Antônio, a Samara, a Michele, a Erica e Kerolen também estão desenvolvendo o projeto de TCC dentro desse projeto. O projeto é em parceria com a UEMA Caxias, CEPLAC de Ilhéus e a UFV. Tenho o Lucas Matter que também faz parte da minha equipe de laboratório que está desenvolvendo um outro projeto com cupins, que tenho em parceria com UFPB e UFS. Todos eles estarão com trabalhos no Simpósio Internacional de Mirmecologia que vai acontecer em outubro em Curitiba. Formiga é um bicho muito bem estudado, tem muita gente trabalhando com elas, isso é claro se compararmos com outros grupos zoologicos. Mas essa não é a realidade do Maranhão. Quando a gente faz um levantamento dos trabalhos sobre biodiversidades de formigas para o estado, tem apenas dois trabalhos publicados, um em Balsas e o outro nos hospitais de São Luís, excluindo esses tem os que a gente está desenvolvendo aqui no laboratório, e os da equipe da professora Luiza em Caxias, que é a minha principal parceira de trabalho atualmente. A gente também está tentando desenvolver um projeto na área de extensão, mas isso é para o próximo semestre.

 

Em seu ponto de vista, qual a importância do curso de Ciências Naturais com habilitação em biologia para a região bacabalense?

Eu conheço pouco ainda a região, mas eu sei que é uma região muito próspera, você tem Bacabal como a principal cidade da região do Médio Mearim. A Biologia é um curso extremamente importante. Tem várias ciências que tem uma carência muito grande de profissionais, e profissionais na área de biologia aqui na região também é muito carente. A gente precisa ensinar nossos alunos a fazer ciências, desde o ensino fundamental e médio. As grandes potências mundiais investem em ciência. O Brasil carece de profissionais mais qualificados nas áreas das ciências básicas, e Biologia é uma delas.
Bacabal se encontra na região da Mata dos Cocais, além de ser uma região muito inexplorada, a mata dos cocais é uma região impar para o estado, é um tipo de ecossistema que é restrito, só tem no Piauí e no Maranhão, mais em lugar nenhum do mundo tem matas de cocais. E aqui perto a gente tem uma região de floresta Amazônica, então assim… Nós estamos em uma área que é extremamente importante e não se tem nada, não se estuda nada aqui na região, pelo menos em relação à fauna.
O primeiro trabalho do laboratório da gente é o trabalho de Joana e Walquiana, que está em fase de final de correção e em breve a gente vai está submetendo, será o primeiro trabalho genuinamente de dentro do laboratório, nascido, criado, devolvido. A região tem espaço pra muito mais, ela é extremamente carente de trabalhos. O curso tem muito o que crescer, ele tem tudo para crescer e fazer o seu papel de agente transformador, transformando conhecimentos, mudando postura equivocadas, e isso eu acho importante.

 

Qual dica a senhora daria aos jovens que tem interesse em fazer Biologia?

Não só para os alunos de Biologia, mas qualquer aluno, de qualquer curso. Para mim, qualquer curso que você faz, pode ser Artes, Medicina, Economia Doméstica, Farmácia, Física, Química, Biologia, qualquer curso que fizer, faça e se dedique, independentemente do curso. Profissionais bons são bons e ponto. Se você é um bom pedagogo, você vai se destacar na área da pedagogia, se você é bom em matemático, você se destaca dentro da matemática, seja um profissional bom, seja responsável, seja competente, corra atrás e tenha princípios sempre. Fazer o que gosta é primordial. Tem uma frase que não estou me recordando bem agora, mas acho que é assim: Trabalhe no que você gosta, nunca será trabalhar na vida”, (é algo parecido com isso). Trabalhar no que você gosta é 99% do caminho andado.

 

Tem alguma previsão de ter alguma especialização ou evento para cá de biologia?

Especialização é um pouquinho mais complicado, mas não é impossível. E quanto ao evento, a gente vai organizar um. Em breve a gente organiza um, talvez a primeira semana de Biologia ou um evento maior.
Muito obrigada pela oportunidade e pelo convite. Foi um prazer conversar com vocês. Obrigada.

Foto da Professora Dra. Pollyanna Pereira Santos

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